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Artigo: O Mercado de Energias Renováveis

O Mercado de Energias Renováveis



Por Pollyana Barbosa


Vista como a grande promessa do século XXI, a energia renovável tem ganhado mais visibilidade e importância dentro das empresas. Essa mudança de atitude deve-se, em grande parte, às altas chances de crescimento de seus negócios, e do ganho de uma imagem melhor diante da população, devido a uma maior conscientização ambiental no cenário internacional.

As oportunidades para aqueles que decidem investir nesse “novo mercado” são cada vez maiores, uma das razões pra isso é que as fontes são naturalmente reabastecidas, além da sua grande diversidade e abundância. Especialistas acreditam que esse mercado terá índices de crescimento de até 30 % ao ano, acarretando um montante de mais de 20 milhões de dólares em exportações para o Brasil.

Essas energias provêm de recursos naturais como: sol, vento, chuva, calor e etc. Dentre elas a mais conhecida é a energia solar, que pode ser transformada em energia elétrica ou mecânica posteriormente. Outro tipo que vem ganhando visibilidade devido a sua notável capacidade é a energia nuclear, mas junto com ela vem inúmeras discussões e questões internacionais, deixando assim a sua implementação mais complicada.

De acordo com o professor Paulo Seleguim Júnior (responsável pela comissão de pesquisa da Escola de Engenharia da USP de São Carlos – SP), o Brasil começou a obter as vantagens das pesquisas iniciadas há quatro décadas nessa área de energias limpas. “Essa é uma área que exige muito conhecimento e investimento em inovação”, ressalta. “Daqui a cinco ou dez anos teremos acesso aos produtos derivados das pesquisas de produção de energia a partir das algas, das ondas do mar e de novas fontes geradoras de biodiesel, hoje em estágios avançados nos laboratórios de universidades e incubadoras de empresas.”

A dificuldade da adoção dessas novas energias é o seu custo elevado, o que torna complicado para pequenas e médias empresas tomarem essa iniciativa. A saída encontrada pela Bioware (criada em 2002, na incubadora da Unicamp, em Campinas) foi a parceria dessas empresas com as de grande porte, como por exemplo, a Petrobrás, que tem usado a técnica do bio-óleo (que  substitui em parte o uso do petróleo refinado), podendo aumentar em até dez vezes seu tamanho atual em termos de faturamento nos próximos anos, e ajudando assim as empresas pequenas e médias a fazerem sua contribuição para a preservação do planeta, já que esse é um tema bastante discutido atualmente.


De onde vem a nossa energia? Veja alguns dados:


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